sexta-feira, 24 de abril de 2009

EVOLUÇÃO URBANA NO BRASIL - 2

CICLO DA INDUSTRIALIZAÇÃO

Durante a 1a Grande Guerra – 1914 a 1918 – desenvolve-se no Brasil uma pequena indústria de substituição de bens importados, embora até 1930 as condições socioeconômicas do Brasil não favorecessem a industrialização.

O período entre 1930 e 1945, construiu boa parte dos alicerces do Brasil de hoje. Foi nessa fase que Getúlio Vargas modernizou as relações de trabalho, com implementação do salário mínimo e da legislação trabalhista que vigorou até o fim do século.

Já o período JK, vem ser a síntese das características da elite brasileira, que se voltou para o mundo e contribuiu para a construção de uma nação aberta às influências estrangeiras.

Nas quatro primeiras décadas deste século, os imigrantes contribuíram com 10% do aumento populacional.


A chegada de estrangeiros em São Paulo, no início do século estimulou a industrialização.

Com a Revolução de 30, a indústria pôde se desenvolver – e esse passou a ser o marco zero da nossa revolução industrial. A partir desse período, em termos de predomínio político e econômico, a cidade derrotou o campo – acentuou-se a urbanização do país.


Companhia Siderúrgica Nacional - na base da 1ª Revolução Industrial.

A correlação entre industrialização e urbanização gerou um aumento demográfico superior nas regiões mais industrializadas em relação às demais regiões. Essa característica acentuou-se ainda mais depois da 2a Grande Guerra, quando a industrialização adquiriu novo impulso.

A rigor, o planejamento urbano começou no Brasil com o plano de Brasília - o primeiro plano urbanístico elaborado em bases científicas.

Após Brasília, surgiram no país muitos escritórios especializados em planejamento regional e urbano.

Ana Cunha Araújo


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